quinta-feira, março 12, 2026
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Juiz acertou? Veja o que diz a regra sobre invasão no pênalti do BaVi

Lucas Arcanjo cometeu pênalti em Erick Pulga –

O BaVi desta quarta-feira, 11, válido pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro, ficou marcado por uma polêmica de arbitragem logo nos minutos iniciais.

Após falha de Lucas Arcanjo na saída de bola, Erick Pulga recuperou a bola e obrigou o goleiro rubro-negro a parar o lance, o que levou o juiz Rafael Rodrigo Klein a marcar a penalidade máxima a favor do Bahia aos cinco minutos da primeira etapa.

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Willian José foi para a cobrança, mas parou na defesa de Arcanjo, que espalmou para dentro da área e deixou o rebote oferecido para Luciano Juba, que não perdoou e abriu o placar no clássico. No entanto, o lance foi anulado pelo fato de os jogadores de ambas as equipes, incluindo Juba, terem invadido a área antes da cobrança de pênalti.

O que diz a regra?

  • Se somente Luciano Juba (equipe atacante) tivesse invadido a área, por ter impactado diretamente no lance, a cobrança deveria ter sido repetida.
  • Se somente Luciano Juba (equipe atacante) tivesse invadido a área, mas sem impactar diretamente no lance, a cobrança não seria repetida.

A regra vale para a invasão de um ou mais atletas, contanto que sejam da equipe atacante. Ao mesmo tempo:

  • Se somente jogadores do Vitória (equipe defensora) invadissem a área e impactassem no lance, a cobrança deveria ter sido repetida.
  • Se somente jogadores do Vitória (equipe defensora) invadissem a área e não impactassem no lance, a cobrança não seria repetida.

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No entanto, a situação do BaVi envolveu a invasão de atletas dos dois times. Sendo assim:

  • Se ambos os times invadirem a área, a cobrança será repetida se a penalidade não for convertida e os jogadores tiverem impacto na sequência do lance, sendo gol ou não após a cobrança. Essa foi a situação que aconteceu neste BaVi.
  • Em caso de chute para fora ou defesa do goleiro mandando a bola para escanteio, a cobrança não será repetida.

Sendo assim, o gol de Luciano Juba deveria ter sido anulado e a cobrança de pênalti deveria ter sido repetida, o que não foi feito por Rafael Rodrigo Klein, que anulou o gol e deu a posse para a equipe do Vitória.



Fonte: A Tarde

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