A determinação partiu da Agência de Agricultura e Alimentação (PTA) –
A criação de aves, especialmente de galinhas, é uma prática extremamente comum no Brasil, sendo pilar da produção de ovos e da subsistência em áreas rurais. No entanto, o cenário em solo europeu tem se mostrado drasticamente diferente.
Devido ao elevado risco de propagação de doenças, governos locais estão adotando medidas extremas para proteger o setor produtivo. Na Estônia, por exemplo, o governo passou a proibir a prática de criar galinhas ao ar livre em todo o território nacional.
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A determinação partiu da Agência de Agricultura e Alimentação (PTA), baseada em recomendações da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA).
O papel preventivo contra a gripe aviária
A decisão possui caráter estritamente preventivo. Segundo as autoridades de saúde animal, restringir a criação de aves domésticas a ambientes fechados é a forma mais eficaz de impedir que o vírus da gripe aviária se espalhe.
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A ameaça é potencializada durante o período de migração. Olev Kalda, chefe do Departamento de Saúde e Bem-Estar Animal da Associação Agrícola da Estônia, explica que o risco cresce quando aves aquáticas infectadas migram do sul e centro da Europa para áreas de nidificação no norte.
Países como Bélgica, Irlanda e Itália já adotaram restrições parecidas, e a Finlândia proferiu proibição semelhante com início para fevereiro de 2026.
Confira as principais determinações da Agência de Agricultura (PTA):
- Proibição de criar aves domésticas e outras aves mantidas em condições artificiais ao ar livre.
- Permissão apenas se forem mantidos em áreas separadas de outras espécies de aves.
- Vedação total ao contato entre aves soltas e outros grupos de aves.
- Proibição da introdução de aves selvagens em áreas onde ocorra a criação doméstica.
Fonte: A Tarde



