As importações de amêndoas fermentadas e secas de cacau oriundas da República da Costa do Marfim foram suspensas nesta terça-feira, 24, após decisão do Ministério da Agricultura e Pecuária.
A medida leva em conta o risco fitossanitário decorrente do elevado fluxo de grãos oriundos de países vizinhos para o território marfinense, o que possibilita a mistura de amêndoas nas cargas destinadas ao Brasil.
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A ação foi comemorada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) por meio das redes sociais. “Foi uma demanda concreta do movimento. […]. Nesta segunda-feira, um grupo chegou a ir para Brasília se reuniu com os quatros ministérios envolvidos. Portanto, celebramos ai essa conquista”, disse o Executivo.
Veja publicação
Boas notícias para os produtores de cacau da Bahia!
Foi publicado hoje pelo Ministério da Agricultura e Pecuária um despacho suspendendo a importação de amêndoas de cacau, fermentadas e secas, provenientes da Costa do Marfim, diante de possíveis implicações fitossanitárias.… pic.twitter.com/3NciA78ez1
— Jerônimo Rodrigues (@Jeronimoba13) February 24, 2026
E a Bahia? Saiba atuação do estado na ação
A ação também teve um ‘dedo’ da Bahia após uma ação articulada e coletiva, coordenada pelo Governo da Bahia, que manteve diálogo permanente com o Governo Federal.
A articulação envolveu outros setores como:
Para os produtores, a decisão tem impacto direto tanto na segurança fitossanitária da lavoura cacaueira quanto no ambiente econômico do setor.
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Ao reduzir o risco de entrada de pragas e doenças no território nacional, protege-se a produção baiana. Do ponto de vista do mercado, a diminuição da oferta externa contribui para a recomposição da renda do agricultor em um momento de forte instabilidade.
Reações
A decisão também foi comemorada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o senador Jaques Wagner (PT).
“O presidente Lula atendeu ao apelo dos produtores de #cacau da Bahia e do Brasil! Saiu hoje a portaria que determina a suspensão das importações de amêndoas fermentadas e secas de cacau provenientes da República da Costa do Marfim. A medida foi adotada em razão do risco de introdução ou dispersão de pragas e doenças que podem comprometer a produção agrícola e o meio ambiente. Parabéns, presidente!”, escreveu os baianos, em conjunto nas redes sociais.
Fonte: A Tarde



