terça-feira, fevereiro 17, 2026
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Salvador Acolhe atende quase 600 filhos de ambulantes no Carnaval



No quinto dia de Carnaval, a secretária municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude, Fernanda Lordelo, destacou o funcionamento do projeto Salvador Acolhe, iniciativa voltada ao cuidado de filhos de ambulantes cadastrados e catadores credenciados que trabalham nos circuitos da festa. Neste ano, o programa disponibilizou 600 vagas e, até o momento, 594 crianças e adolescentes já foram acolhidos.

Criado em 2013, o projeto vem sendo ampliado ao longo dos anos, com aumento significativo da capacidade a partir de 2022. O serviço funciona em regime integral desde a quinta-feira que antecede o Carnaval até a Quarta-feira de Cinzas, oferecendo acompanhamento médico, odontológico e psicossocial, além de atividades recreativas e pedagógicas. O objetivo é garantir proteção às crianças e adolescentes enquanto os responsáveis trabalham, evitando exposição à violência, ao consumo de álcool e ao trabalho infantil.

O acesso às vagas ocorre de diferentes formas. Ambulantes com Documento de Autorização (DAN) e catadores credenciados podem procurar diretamente as unidades levando os filhos. Já crianças encontradas em situação de vulnerabilidade nos circuitos podem ser encaminhadas por equipes de abordagem social, Conselho Tutelar ou agentes de proteção, que atuam de forma integrada durante o período festivo.

O acolhimento acontece em cinco unidades escolares localizadas próximas aos principais circuitos do Carnaval. Na região do Campo Grande, o atendimento é realizado na Escola Hildete Lomanto, no Garcia. Em Ondina, funcionam o berçário da Escola Santa Terezinha, voltado para crianças de 0 a 6 anos, e a Casa da Amizade, que atende de 0 a 17 anos. No Rio Vermelho, o serviço ocorre na Escola Oswaldo Cruz, também para a faixa etária de 0 a 17 anos. Já na Federação, o atendimento é feito no CMEI Pio Bittencourt, destinado a crianças de 0 a 11 anos.

Segundo a secretária, a iniciativa busca garantir tranquilidade às famílias durante o trabalho no Carnaval, oferecendo um ambiente seguro e estruturado para o desenvolvimento das crianças e adolescentes até o encerramento da festa.

Com informações do jornalista Sérgio Di Salles, do Acorda Cidade

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Fonte: Acorda Cidade

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