Cantor resumiu a transformação vivida nos últimos meses –
Após ganhar projeção no Estrela da Casa 2025, Breno Casagrande vive uma nova fase na carreira. Conhecido inicialmente pelos bastidores como compositor — com indicações ao Grammy Latino —, o artista baiano agora ganha o reconhecimento do público também como intérprete.
Durante o Carnaval, o artista baiano celebrou o momento especial ao reencontrar o público nas ruas e puxar o Furdunço. Em entrevista ao Portal A TARDE durante passagem pelo camarote Villa, o cantor resumiu a transformação vivida nos últimos meses e destacou a emoção de ver suas músicas sendo tocadas no meio da multidão.
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“Existe um Breno antes do Estrela da Casa, e um Breno pós-estrela. Eu consegui desfilar algumas canções da minha autoria, contar um pouco da minha história e também vivenciar um momento muito bonito de ter as pessoas fazendo um coro muito especial pra mim. Eu já venho fazendo alguns shows há algum tempo, mas eu nunca vivi nada parecido com o que eu vivi aqui hoje. Então isso vai ficar para sempre marcado na minha trajetória de uma maneira muito bonita e especial. Já puxei, inclusive, recentemente o Furdunço”, disse.
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A experiência no Furdunço, um dos eventos mais tradicionais do pré-Carnaval de Salvador, também marcou o artista pela intensidade, resumida como um “liquidificador de loucuras”.
“Um liquidificador de loucuras (o Furdunço), de emoções, de coisas maravilhosas. E como é uma coisa andante, então a gente vai vivenciando momentos durante a caminhada, os desafios de cantar e ter os prédios, o som voltar, aquela coisa toda, mas é muito bonito encontrar pessoas durante o percurso e poder cantar as nossas canções e as pessoas se identificarem, me reconhecerem sobretudo por conta do programa da Globo”, completou.
Além da nova fase como cantor em evidência, Breno também comentou sobre a dinâmica dos circuitos do Carnaval e defendeu que a festa acompanhe o público onde quer que ele esteja, sem apego a trajetos tradicionais.
“Cara, tem uma música de Milton Nascimento que fala que todo artista tem de ir onde o povo está. Se o povo está nos outros circuitos, os trios também devem ir a esses outros circuitos. Eu não tenho essa coisa de que tem que manter na barra ou manter no Campo Grande, eu quero que mantenha o meu povo feliz. Se o povo estiver feliz na Boca do Rio, nos outros circuitos, vamos fazer Carnaval onde o povo estiver bem.”
Fonte: A Tarde



