Carlinhos Brown celebra 40 anos do axé –
No Circuito Barra-Ondina, em meio à energia da folia, Carlinhos Brown conversou com o Portal A Tarde, em tom reflexivo, o artista falou sobre sua missão na música, celebrou as quatro décadas do axé e respondeu a críticas sobre o estilo de suas canções.
“Eu sou uma presença da paz, eu sou um suporte”, afirmou. Brown destacou que vê sua trajetória como parte de um trabalho coletivo. “O novo Timbalada está criado e recriado graças à força de vocês”, disse, prometendo ainda uma revelação futura: “Lá na frente eu tenho uma surpresa para dizer a vocês”.
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“Viva o axé music”
Ao falar sobre os 40 anos do gênero que ajudou a consolidar, o artista reforçou o sentimento de gratidão e pertencimento.
“Vocês fazem parte e trazem essa missão em conjunto com o que busco e ao que faço”, declarou. Para ele, o mérito não é individual. “O que faço não tem mérito algum, porque está na minha missão e na missão desse coletivo. Viva o axé music”.
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Resposta às críticas
Brown também aproveitou o momento para rebater comentários que classificam suas músicas como excessivamente intensas.
“Peço que parem de dizer que as minhas músicas são um murro no olho”, disse.
Segundo ele, sua obra ajudou a moldar o próprio estilo do axé. “Minhas músicas definem o estilo do axé music”, afirmou, citando canções como “Vumbora Amar” e “Selva Branca”, além de sucessos da Timbalada.
Com mais de 1.300 composições no repertório, Brown explicou que a intensidade sonora tem propósito. “Só porque ela é quente não quer dizer que é murro no olho. Ela quer dizer que é para você elevar a sua alegria e focar na espiritualidade, com Deus acima de tudo”, concluiu.
Fonte: A Tarde



