sexta-feira, fevereiro 13, 2026
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Aurora da educação

Bahia tem 331 municípios premiados por seus trabalhos em alfabetização –

Repercutir uma notícia sobre avanço na educação tem efeito didático multiplicador a espalhar o exemplo de quem livros semeia a mancheia, legado por Castro Alves. É o caso do anúncio de que a Bahia tem 331 municípios premiados por seus trabalhos em alfabetização, seguindo nos benfazejos rastros a utopia do imortal Cosme de Farias: libertar pelas letras.

O Grupo A TARDE porta hoje este mesmo estandarte, ao incentivar e divulgar práticas capazes de excelência em ensino-aprendizagem e produção de conhecimento. A considerar o patamar de 80% de municípios laureados, do total de 417, pode-se mesmo conferir a boa nota 8, aprovando a gestão.

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O reconhecimento é nacional, conferido pelo Ministério da Educação, logo escapa à redoma dos jogos de poder comezinhos típicos de toda região. Eis uma situação de tal jeito a permitir mesmo uma certa ostentação de quem comemora hoje a conquista do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização.

O município de Itaetê, na Chapada Diamantina, foi um dos primeiros a exibir a outorga, publicando em seus perfis, ao servir de referência para toda a região. Selo prata, Itaetê agora foca na primeira divisão, visando o Selo ouro, destacando a missão de ensinar a ler e escrever a crianças até o segundo ano do fundamental.

O principal critério a ser avaliado, o papel dos gestores escolares e docentes, pode ser bem definido pelos bons índices do desempenho de estudantes. O resultado não advém do mundo supralunar, como uma dádiva divinal, ao contrário, foi preciso dotar de uma estrutura este trabalho ora tão admirado.

Esta estrutura atende pelo nome de Programa Bahia Alfabetizada, lançado pelo governo do estado, contando com a adesão unânime das prefeituras. Os métodos de construir uma gestão cooperativada e participativa alcançam não apenas a infância, mas também o letramento de jovens, adultos e idosos.

Uma nova e firme aurora se anuncia, quando a educação pode reduzir desigualdades ancestrais, unindo a justiça ao conhecimento como as duas virtudes decisivas.



Fonte: A Tarde

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