Jeffrey Epstein ao lado de Ghislaine Maxwell, sua ex-namorada e cúmplice –
Documentos médicos e trocas de e-mails divulgados na última semana pelo Departamento de Justiça (DOJ) dos Estados Unidos revelaram que o bilionário Jeffrey Epstein, que morreu na prisão em 2019 enquanto aguardava o julgamento por comandar um esquema de tráfico e exploração sexual de crianças e adolescentes, possuía uma série de problemas sexuais.
Os registros mostraram que o norte-americano acumulava um histórico recorrente de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), como a gonorreia. Além disso, o vazamento aponta que o criminoso apresentava queixas recorrentes de falta de libido e níveis de testosterona muito abaixo da média considerada saudável.
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Segundo laudos médicos, a condição persistia há cerca de 10 a 15 anos. Apesar das queixas frequentes sobre a queda da libido, Epstein demonstrava resistência a iniciar terapias hormonais.
Em uma mensagem enviada a um médico na madrugada de 24 de abril de 2015, ele escreveu que tinha um padrão de sono irregular e questionou se o prolongado déficit hormonal estaria afetando seu organismo de forma mais intensa.
Pênis deformado
Os arquivos ainda mencionam que, em 2012, Epstein recebeu um e-mail enviado por uma conta identificada como “Dr. Maxman”, que oferecia medicamentos com a promessa de aumento peniano. No entanto, não há informações que confirmem se ele chegou a utilizar o produto.
A suposta questão peniana do bilionário foi corroborada por uma das suas vítimas, que declarou publicamente que Epstein tinha um órgão genital “gravemente deformado”, com um formato semelhante ao de um limão ou de um ovo.
Fonte: A Tarde



