A agência aponta que a Nike tem “um padrão ou prática de tratamento desigual contra funcionários” –
A Nike está sendo investigada por suposta discriminação contra trabalhadores brancos nos Estados Unidos (EUA). A ação foi instaurada pela Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego dos EUA (EEOC, em inglês), órgão governamental responsável por cumprir leis federais contra discriminações trabalhistas.
De acordo com a ação judicial aberta no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Leste do Missouri, as alegações sistêmicas apontam que a discriminação racial acontecia de forma intencional, e acontecia por meio do programa Metas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) em 2025.
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A agência aponta que a Nike tem supostamente “um padrão ou prática de tratamento desigual contra funcionários, candidatos e participantes de programas de treinamento brancos em decisões de contratação, promoção, rebaixamento ou desligamento, incluindo seleção para demissões; programas de estágio; e programas de mentoria, desenvolvimento de liderança e outros programas de desenvolvimento de carreira”, aponta nota.
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A agência já havia solicitado as informações em outras ocasiões, mas sem sucesso. Agora a empresa, judicialmente notificada, é obrigada a fornecer informações relacionadas às acusações, como:
- Critérios utilizados na seleção de funcionários para demissões;
- Informações relacionadas ao rastreamento e uso, pela empresa, de dados de raça e etnia dos trabalhadores, inclusive como fator na definição da remuneração de executivos;
- Informações sobre 16 programas que supostamente ofereciam oportunidades de mentoria, liderança ou desenvolvimento de carreira com restrições raciais.
“A proibição da discriminação racial no emprego, prevista no Título VII, é imparcial e exige que a EEOC proteja funcionários de todas as raças contra práticas trabalhistas ilegais. Graças ao compromisso do presidente Trump com a aplicação das leis de direitos civis do nosso país, a EEOC renovou seu foco na aplicação imparcial do Título VII.”, disse o presidente da EEOC, Andrea Lucas.
Fonte: A Tarde



