Presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) –
O Congresso Nacional aprovou três projetos que, se sancionados pelo presidente Lula (PT), vão gerar um custo extra de R$ 6 bilhões. Na terça-feira, 3, os deputados e senadores aprovaram o aumento salarial a funcionários do governo e do Congresso.
Os textos preveem acréscimos anuais no vencimento básico dos servidores entre 2026 e 2029. No caso do Senado, vencimento básico da carreira inicial de Auxiliar Legislativo passará de R$ 3.300 para R$ 5.863 em julho de 2029. Já para o nível mais alto de consultor legislativo vai de R$ 13.753.64 para R$ 24.100 em 2029.
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O texto da Câmara estabelece reajustes de 8% para secretários parlamentares, mesmo ajuste já concedido a servidores do judiciário. Os servidores efetivos e de carreira receberão reajuste de 9,25% e os que ocupam cargos em comissão, um reajuste ponderado de 8,63%.
Criação de cargos e reestruturação
Além do reajuste para o Legislativo, a Câmara também aprovou projetos com impacto fiscal em 2026 de cerca de R$ 4,3 bilhões, segundo o governo.
Entre eles, estão:
- Criação de 17,5 mil cargos públicos — com impacto estimado de R$ 87,8 milhões em 2026
- Reestruturação de cargos no Ministério da Educação (MEC) — com impacto previsto de R$ 91,2 milhões no mesmo ano
- Reestruturação da carreira do Executivo e reajuste de servidores, com custo estimado de R$ 4,17 bilhões em 2026.
Fonte: A Tarde



