quarta-feira, março 18, 2026
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Bolsas dos EUA fecham em alta impulsionadas por setor de tecnologia

Os principais índices de Wall Street encerraram o pregão desta sexta-feira (19) em alta, puxados pelo desempenho do setor de tecnologia, após um começo de semana marcado por perdas.

As projeções divulgadas pela fabricante de semicondutores Micron Technology renovaram o entusiasmo com ações ligadas à inteligência artificial, que vinham sofrendo pressão recentemente por conta das avaliações elevadas e de preocupações com o financiamento.

Os papéis da Micron alcançaram um novo recorde histórico nesta sexta (19) e terminaram o dia com valorização próxima de 7%. A Nvidia também avançou, fechando com ganho de quase 4%, após informações de que os Estados Unidos iniciaram uma revisão que pode autorizar os primeiros envios dos chips H200 da empresa para a China.

Já a Oracle registrou alta próxima de 7% depois que a ByteDance, controladora chinesa do TikTok, firmou acordos para transferir o controle das operações do aplicativo nos EUA a um grupo de investidores, entre eles a companhia de computação em nuvem.

No setor de consumo, a Nike teve forte queda e terminou o dia com recuo superior a 10%, após divulgar redução da margem bruta pelo segundo trimestre seguido, pressionada pelo fraco desempenho das vendas na China.

O S&P 500 avançou 0,84%, aos 6.832 pontos, enquanto o Nasdaq subiu 1,31%, para 23.307 pontos. O Dow Jones teve ganho de 0,38%, fechando em 48.134 pontos.

No acumulado da semana, o desempenho foi misto: o Dow Jones recuou 0,66%, o S&P 500 teve leve alta de 0,10% e o Nasdaq avançou 0,48%.

Segundo dados do Departamento de Estatísticas do Trabalho divulgados na quinta-feira (18), o Índice de Preços ao Consumidor subiu 2,7% na comparação anual, a menor taxa desde julho, após ter atingido 3% em setembro.

Com isso, investidores seguiram apostando em ao menos dois cortes de 0,25% na taxa de juros pelo Federal Reserve no próximo ano, conforme dados da LSEG, atribuindo cerca de 20% de chance para a primeira redução já em janeiro.

*Com informações da Reuters

Fonte: CNN BRASIL

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